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		<title>Sem surpresa não haverá classificação</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 03:37:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foram vários e vários erros de passe. Muitos. Erros em bolas que poderias ser simples, mas os jogadores esmeraldinos resolveram complicar. Em dois desses, saíram os dois gols do São Paulo, que dificultam em muito a sobrevida do Goiás na Copa do Brasil.
Uma falha de Rafael Toloi e outra falha, de Egídio, selaram o resultado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram vários e vários <strong>erros de passe</strong>. Muitos. Erros em bolas que poderias ser simples, mas os jogadores esmeraldinos resolveram complicar. Em dois desses, saíram os dois gols do São Paulo, que dificultam em muito a sobrevida do Goiás na Copa do Brasil.</p>
<p>Uma falha de Rafael Toloi e outra falha, de Egídio, selaram o resultado do jogo. Duas bolas tocadas com <strong>displicência</strong>, coisa de time que não está totalmente concentrado. Reflexo ainda da dura batalha pelo título goiano? Pode ser.</p>
<p>O que é certeza é que o placar de 2 a 0 no primeiro jogo, em casa, é o mais complicado para o adversário desfazer. É bom lembrar que foi assim que o Goiás garantiu sua passagem para a atual fase. Beberemos do próprio <strong>veneno</strong>, mas contra um time muito mais qualificado.</p>
<p>Foi o <strong>terceiro jogo </strong>sem fazer gols do Verde neste ano. E o primeiro com derrota: os anteriores foram em Anápolis (contra a Anapolina) e em Sete Lagoas (contra o América-MG). Classificar, agora, só com goleada. E não é todo dia que um time como o São Paulo vai levar um balaio de bolas para casa.</p>
<p>Mas uma coisa é fácil de deduzir: mesmo que não esteja em grande fase atualmente, sobra time ao São Paulo, se comparado ao Goiás. Em um daqueles tradicionais<strong> &#8220;quem é quem&#8221;</strong>, em duelos de jogadores lado a lado, posição por posição, daria 9 a 2 ou 8 a 3. Goleada no papel.</p>
<p>E quem resolveu a partida? Justamente as três peças mais díspares em um quem-é-quem com seus correspondentes no Goiás: o meia-atacante <strong>Lucas</strong>, que seria comparado a Ricardo Goulart; o artilheiro <strong>Luís Fabiano</strong>, comparado ao vento (ou Iarley, ou Júnior Viçosa ou Reis); e, quem diria, nosso ex, <strong>Douglas</strong>, comparado a Peter.</p>
<p>Claro, não é Ricardo Goulart que é ruim. É Lucas que é muito bom. Luís Fabiano, mesmo &#8220;ex-jogador&#8221;, como alguns consideram erradamente, resolveria com a 9 do Goiás, não? Pois é, resolveu com a 9 do São Paulo. E Douglas acertou uma daquelas bolas (aliás, acertou também outra, que Harlei defendeu) que costumavam nos <strong>alegrar </strong>em tempos não tão longínquos.</p>
<p>Resta juntar o que sobrou e tentar sair da <strong>ducha fria </strong>do placar. E pensar que o futebol é possível reverter situações ainda mais complicadas do que a que está posta. Quem sabe sejamos premiados com alguma surpresa na próxima quarta-feira.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">ARAUJEANAS<br />
***** </span>Iarley </strong>fez falta? Falar depois da partida é fácil, ainda mais quando o substituto nem parece ter entrado em campo. Nesse caso, fez falta, sim. Enderson Moreira apostou, arriscou e vai pagar o preço pela não escalação do veterano. Eu talvez não o escalasse também, mas o levaria para o banco.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">*****</span> </strong>Peter, Peter&#8230; se você quer a <strong>camisa</strong> dos jogadores adversários, espere terminar o jogo. Toda partida é  a mesma coisa!</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span> </strong>Egídio merecia sair. E Marinho não merecia entrar. Que <strong>impasse</strong>, não?</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Já adianto: disputa com <strong>pênaltis</strong> não vai ter. Porque o Goiás não tem estrutura defensiva para sair para o jogo (e vai ter de sair) sem levar gols de um time que tem um ataque como o de hoje. Para mim, ou marca quatro gols no SPFC, como em 2009, ou está fora.</p>
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		<title>Pode dar qualquer coisa no Morumbi</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lógico que do lado são-paulino não se pensa em outra coisa que não um placar &#8220;intenso&#8221;, como insinuou ontem o técnico Leão, em entrevista. Por &#8220;intenso&#8221;, entenda-se &#8220;goleada&#8221;.
E isso pode até acontecer, é bom avisar. Mas, tentando falar com um olhar não envolvido, não há como fazer previsões para o jogo de hoje. Só vendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lógico que do lado são-paulino não se pensa em outra coisa que não um placar &#8220;intenso&#8221;, como insinuou ontem o técnico Leão, em entrevista. Por &#8220;intenso&#8221;, entenda-se <strong>&#8220;goleada&#8221;</strong>.</p>
<p>E isso pode até acontecer, é bom avisar. Mas, tentando falar com um olhar não envolvido, não há como fazer previsões para o jogo de hoje. Só vendo mesmo e deixando acontecer. E o principal fator que torna a partida de hoje uma <strong>incógnita </strong>é o estilo de jogo do Goiás.</p>
<p>Se nem na final do Goianão, jogando pelo empate, Enderson Moreira posicionou o time de forma recuada, não será hoje, no Morumbi, sabendo da vantagem que é <strong>fazer gols fora de casa</strong>, que ele vai fazer isso.</p>
<p>A ausência de <strong>Iarley</strong>, que precisa ser mais bem esclarecida — embora eu ache que ele esteja precisando de um recondicionamento físico mesmo, pela queda de rendimento nos últimos jogos —, torna o desempenho do Goiás ainda mais imprevisível.</p>
<p>Mas vou reiterar o que já disse aqui uma vez: <strong>Júnior Viçosa</strong> pode até não ser o cara, mas faz exatamente a função que o esquema tático de Enderson necessita para um atacante. Venho prestando atenção no jeito de ele jogar e, apesar da falta de sequência — até porque passou um tempo contundido —, tenho notado que sua presença em campo aumenta o potencial ofensivo do Goiás. Vamos ver como será hoje.</p>
<p>Que o São Paulo vai jogar em cima do Goiás, não tenho a mínima dúvida. E é um time que, passando os olhos pela relação dos 19 atletas selecionados, impõe respeito. Tem <strong>Lucas</strong>, uma das maiores revelações do futebol brasileiro e que deve ser titular na Copa de 2014 — precisa só ser mais constante. E seu técnico se dá ao luxo de nem listar Osvaldo, ex-Ceará, que sem dúvida seria titular no ataque esmeraldino.</p>
<p>Pelo <strong>estilo de jogo</strong> que pratica, o Goiás pode sair do Morumbi goleado. Mas pode também vencer a partida. Enderson sabe disso. E, grande técnico que vem provando ser, vai pagar para ver. Vai correr ambos os riscos. E está muito certo nisso.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">ARAUJEANAS<br />
***** </span></strong>A <strong>camisa da sorte</strong> vai estar em campo hoje. Pode não ser (e não é) exemplo de estética, mas leva as cores do Estado. E fico feliz pela campanha bairrista, iniciada na torcida esmeraldina, ter sido adotada pela diretoria.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Prova disso é que o presidente João Bosco Luz já determinou: <strong>carga de ingressos</strong> para são-paulinos será de 10% no jogo de volta. A medida é mais simbólica que prática — mas vale exatamente pelo símbolo. A obrigação moral dos esmeraldinos passa a ser ocupar os 90% restantes.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Com a condução do advogado João Vicente e a presença de João Bosco, o Goiás foi apenas multado em R$ 13 mil (R$ 10 mil pela briga na torcida, filmada pelo Sportv, e R$ 3 mil pelo &#8220;torcedor&#8221; que mirou o laser no goleiro do Atlético Mineiro) no julgamento de ontem no <strong>STJD</strong>. Parabéns ao departamento jurídico, e juízo e vigilância aos torcedores.</p>
<p>*****</p>
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		<title>Cresce chance de &#8220;mistão&#8221; em Natal</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 05:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou meio enferrujado para o ofício de repórter esportivo, minhas fontes são acidentais apenas. Assim, foi em um contato informal e, confesso, sem o objetivo de extrair tal questão, que tive a sorte de &#8220;pescar&#8221; uma informação exclusiva.
É que ontem, na festa do Campeonato Goiano 2012, depois da premiação, um passarinho verde me falou, meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou meio enferrujado para o ofício de repórter esportivo, minhas fontes são acidentais apenas. Assim, foi em um contato informal e, confesso, sem o objetivo de extrair tal questão, que tive a sorte de &#8220;pescar&#8221; uma <strong>informação</strong> <strong>exclusiva</strong>.</p>
<p>É que ontem, na festa do Campeonato Goiano 2012, depois da premiação, um passarinho verde me falou, meio sem querer, meio sem saber, que é <strong>grande </strong>a chance de o Goiás mandar jogadores de Goiânia direto para Natal. Ou seja, o pessoal que vai jogar em São Paulo na quarta pode (pelo menos boa parte) voltar para a capital do Estado e se restaurar para o jogo do próximo meio de semana.</p>
<p>Em outras palavras: deduz-se que a comissão técnica esmeraldina pensa seriamente na hipótese de mandar <strong>time misto</strong> para enfrentar o América (RN), na estreia da Série B.</p>
<p>No que eu acho que, se assim proceder, está <strong>certíssima</strong>. Ora, o Goiás está a seis jogos de um título de primeira grandeza, o da Copa do Brasil. Por mais que cada ponto seja importante na Série B, são 38 jogos para chegar até em 4º e atingir o objetivo, que é voltar à 1ª divisão. E outra: a chance de um time alternativo que Enderson Moreira escalar para sábado voltar de lá com pontos é razoável, sim.</p>
<p>Um time formado só com reservas foi escalado pelo amigo <strong>Brunno Moraes</strong>, aqui nos comentários deste Blog, uns dois posts atrás. Tenho também minha escalação opcional: Pedro Henrique; Vitor, Wallison, Ernando e Bruno Collaço; Marcos Paulo, David, Eduardo Sasha e Netinho; Marinho e Júnior Viçosa. Ninguém pode dizer que é um onze ruim.</p>
<p>Vamos ver como será. Minha aposta (e minha torcida) é para que Enderson deixe uma parte do elenco <strong>totalmente focada </strong>nos confrontos com o São Paulo. Não perderemos a Série B por conta disso e mais: podemos conquistar, sim, a Copa do Brasil. É possível, mas é difícil. E mais difícil ficará se não houver priorização e dedicação a esse objetivo.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>ARAUJEANAS</strong><br />
<strong>***** </strong></span>Você, esmeraldino, tem de escolher entre as <strong>duas opções</strong>: 1) ser campeão da Copa do Brasil e não subir para a Série A; 2) subir para a Série A e descartar a Copa do Brasil. O que escolheria?</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>***** </strong></span>Elenco do Goiás saiu bem antes dos dirigentes do clube depois da festa na Mansão Cristal. Coisa de meninos comportados. Ao todo, levavam <strong>11 troféus</strong> para casa (Harlei, Peter, Rafael Toloi, Egídio, Amaral, Thiago Mendes (revelação), Ricardo Goulart (um como melhor meia e outro como o Craque do Goianão), Iarley, Enderson Moreira e Melhor Torcida. Sucesso absoluto e merecido.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>***** </strong></span>Um &#8220;off&#8221; merecido: uma figura simpatissíssima, o técnico <strong>Robélio Schneiger</strong>, do Vila Nova. Simples e sociável como poucos. Tive a oportunidade de conversar com ele ao fim da festa do Goianão. Deixei-o lá, em uma conversa boa e animada com outros companheiros de imprensa.</p>
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		<title>Um título paradigmático</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 04:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Poderia fazer uma crônica cheia de emoção sobre esse título do Goiás, que mais uma vez não falha: desde 1981 não fica três anos seguidos sem conquistar um título estadual. Mas é melhor fazer o que deve ser feito: exaltar esse time pelo que realmente ele vale para o futebol e para o clube.
Enderson Moreira será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="   alignleft" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/522886_381171735266357_181625555220977_1134285_17308370_n.jpg" alt="" width="439" height="293" /></p>
<p>Poderia fazer uma crônica cheia de <strong>emoção </strong>sobre esse título do Goiás, que mais uma vez não falha: desde 1981 não fica três anos seguidos sem conquistar um título estadual. Mas é melhor fazer o que deve ser feito: exaltar esse time pelo que realmente ele vale para o futebol e para o clube.</p>
<p><strong>Enderson Moreira</strong> será um dos grandes treinadores do futebol brasileiro. Desses de ser lembrado para a seleção. Tem uma cabeça muito boa, é sensato, humilde e sabe o que quer. E o que ele quer é o que o brasileiro gosta: futebol jogado para a frente, em busca do gol. Empate não é vantagem, é ônus, um peso, por isso ele joga o time para a frente. Como disse o blogueiro rubronegro Roberto Toledo, em uma conversa no Facebook: &#8220;Foi o  craque do Goianão.&#8221; Nada mais certo.</p>
<p>Uma das coisas mais importantes em tudo o que o treinador disse, e que me marcou, foi que o Goiás tem uma tradição em jogar assim e que isso vem de décadas. Ele se sentiu na obrigação de recuperar essa técnica. Não sou inocente de achar que ele se adaptou para servir ao Goiás. Pelo contrário, essa <strong>escola</strong> que o Goiás tinha é que caía como uma luva para o que ele gosta como futebol jogado.</p>
<p>Essa foi, para mim, a melhor das conquistas que só foi realçada ainda mais com o título deste domingo: a reconquista do Goiás que <strong>cativou</strong> seus torcedores, mais cheio de Pastorils, Luvanores e Araújos do que de Romeus, Fábios Bahias e Marcelos Costas, com todo o respeito que estes mereçam como profissionais.</p>
<p>O título só carimbou o resgate dessa <strong>autoestima</strong>. Mas, em vista do que se tornou o futebol (um esporte de resultados), conquistá-lo também era essencial. E se tornou mais ainda por causa da proposta de jogo que o Atlético adotou neste ano e especialmente na final, recheando o meio-de-campo com volantes e se fechando atrás.</p>
<p><strong>Dar parabéns</strong> à torcida é dar parabéns ao elenco, que motivou esse fantástico público de quase 30 mil esmeraldinos no Serra Dourada ontem; dar parabéns ao elenco é dar parabéns a Enderson Moreira, que encaixou jogadores avulsos e anônimos que formaram um belo time juntos e valorizaram as próprias carreiras; e dar parabéns a Enderson é dar parabéns à diretoria esmeraldina, que apostou no treinador e acertou em cheio, na melhor relação custo-benefício desde a venda de Romeu (aquele citado acima) para o Corinthians.</p>
<p>Enfim, é um título goiano a mais. O 23º. Mas, ao mesmo tempo, é &#8220;o&#8221; título. Porque foi difícil, suado, valorizado pelo adversário e, acima de tudo, <strong>paradigmático</strong>.</p>
<p>Qual o paradigma? Futebol é jogado para a frente, para o gol. Isso é bom demais. Esse Goiás vencedor tem o melhor jeito de jogar que o Goiás poderia ter para gritar: &#8220;<strong>É campeão!</strong>&#8221;</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>ARAUJEANAS</strong><br />
<strong>***** </strong></span><strong>Iarley</strong> ficou chateado pela segunda vez em dois jogos seguidos, por ser substituído. Tudo bem, só não deveria externar como fez, ainda mais jogador experiente que é. Não ficou no banco de reservas, chutou o que viu pela frente ao deixar o gramado e, de quebra, ia entrando no vestiário do Atlético. Conseguiu ficar mais sem rumo do que em campo.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">*****</span> Peter</strong> era, de longe, o mais animado dos jogadores ao comemorar o título. Empolgadíssimo e bem entrosado com a torcida. Também em campo, jogou razoavelmente hoje, mas precisa mostrar mais para segurar a vaga.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">*****</span> Marcelo Segurado</strong> fez um gesto bonito: chorando, foi até a beira do campo e agradeceu à torcida esmeraldina. Muito boa atitude.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>E a última Bola de Esmeralda do Goianão vai para o autor do último gol. <strong>Ramón</strong><em> (vibrando após o gol, na bela foto de Randes Nunes/A Redação)</em> fez um golaço, infelizmente apagado, nesse sentido, pela farsa do impedimento que não houve. E, falar nisso, que chororô lá em Campinas, hein&#8230;</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>***** </strong></span>Para constar: foi o primeiro título esmeraldino da vida deste Blog. E espero que até o fim do ano tenhamos <strong>triplicado </strong>essa estatística.</p>
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		<title>Hora de finalíssima</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:22:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Finalíssima era a palavra que se usava, nos tempos de não muito antigamente, para se referir à segunda partida de uma final — ou ao único jogo, quando fosse este o caso.
O Goiás x Atlético de domingo é uma dessas finalíssimas, na acepção da palavra. Dois times aparentemente muito iguais em vários aspectos: além das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Finalíssima</strong> era a palavra que se usava, nos tempos de não muito antigamente, para se referir à segunda partida de uma final — ou ao único jogo, quando fosse este o caso.</p>
<p>O <strong>Goiás x Atlético</strong> de domingo é uma dessas finalíssimas, na acepção da palavra. Dois times aparentemente muito iguais em vários aspectos: além das campanhas semelhantes durante todo o campeonato, têm muita preocupação com a posse de bola, um meio-de-campo estrategicamente congestionado e alto poder ofensivo.</p>
<p>O <strong>equilíbrio de forças</strong> foi claro em todos os três jogos em que as equipes se confrontaram este ano. A vantagem que o Goiás leva é a de poder levar o título com duas das três colunas — vencendo ou empatando.</p>
<p>Não creio que qualquer atleta esmeraldino vá estar fora da partida: Ramón, Peter e Thiago Mendes sentiram alguma coisa? Talvez, mas não creio em nada além de <strong>jogo de cena</strong>, o que é válido também nas atuais circunstâncias.</p>
<p>Para quem quer um bom espectáculo, nada melhor do que um jogo como o da tarde de domingo. Coração à parte, já seria muito bom; com o coração envolvido, será <strong>emoção pura</strong> a cada ataque, cada escanteio, cada chute, cada contra-ataque. Basta o apito soar.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>ARAUJEANAS<br />
***** </strong></span>O novo contratado <strong>Eduardo Sasha</strong>, de 20 anos, era titular no Inter &#8220;B&#8221;. Disputava posição com Ricardo Goulart, que era seu reserva. Vem indicado por Enderson Moreira, com quem trabalhou. Sua multa rescisória, dizem, é de 40 milhões de euros. Credenciais não lhe faltam, portanto, mas pela idade é uma aposta. Uma boa aposta.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>*****</strong></span> A torcida esmeraldina terá mais espaço na arquibancada no domingo. Nada mais <strong>justo</strong>, até pelo que prevê o tão desrespeitado Estatuto do Torcedor.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>***** </strong></span>Não gostei de o Goiás fazer a primeira partida fora de casa na <strong>Copa do Brasil</strong>. Explico: o time fará três viagens (ou quatro, se retornar de São Paulo a Goiânia antes de seguir para Natal) em cinco dias. É muito cansativo e, claro, vai afetar o rendimento. Isso sem contar os efeitos do pós-jogo de domingo, em que qualquer resultados interferirá no comportamento dos jogadores. Por isso, defendo desde já <strong>time misto </strong>contra o América (RN), na estreia pela Série B.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>*****</strong></span> Sobre o <strong>São Paulo</strong>, rival nas quartas-de-final da Copa do Brasil? Não achei ruim. É bom lembrar que o Goiás, ao contrário de outros times médios daqui e de outros Estados, mantém a tradição de sempre crescer em confrontos contra clubes grandes.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que o Goiás vai ser campeão</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois jogos decisivos em menos de 72 horas, de alguma forma, abatem qualquer equipe. Em ocorre em maior ou menor grau, dependendo do planejamento do condicionamento físico — no caso do Goiás, algo que é feito de forma excelente por Robson Gomes e sua equipe.
Ontem, na primeira partida contra o Atlético pela final do Goianão, quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois jogos decisivos em menos de 72 horas, de alguma forma, abatem qualquer equipe. Em ocorre em maior ou menor grau, dependendo do planejamento do <strong>condicionamento físico</strong> — no caso do Goiás, algo que é feito de forma excelente por Robson Gomes e sua equipe.</p>
<p>Ontem, na primeira partida contra o Atlético pela final do Goianão, quem é acostumado a acompanhar os jogos do Verdão notou que o time abriu mão da <strong>posse de bola</strong> e deixou de lado uma de suas principais características, que é apertar a marcação mesmo antes da linha do meio-de-campo, o que ocorreu somente esporadicamente durante o jogo.</p>
<p>Era o sinal mais evidente de que o elenco não estava totalmente recuperado do <strong>esforço</strong> da quinta-feira, em um jogo que — como ressaltamos aqui no post anterior — o time complicou uma classificação que poderia ser conquistada de forma bem mais tranquila.</p>
<p>Vendo de fora e com olhar de leigo, jogar bola a cada três dias parece não ser uma atividade que exija tanto, já que na várzea alguns chegam a jogar quatro vezes em um único fim de semana. Mas não dá para comparar o futebol amador com o esporte de <strong>alto rendimento</strong>, em que qualquer diferença faz grande diferença. É assim no atletismo, na natação, no tênis, no vôlei, no basquete e, óbvio, dentro das quatro linhas de um gramado.</p>
<p>Na verdade, o Goiás completou neste domingo não dois jogos, mas uma sequência de cinco confrontos decisivos em um intervalo de duas semanas: as duas partidas pelas semifinais contra o Vila Nova, a ida e a volta contra o Atlético (MG) e o primeiro duelo da final. <strong>Exigência máxima</strong> em preparo físico e emocional para uma situação dessas.</p>
<p>Levando isso em conta, não foi ruim o empate por 2 a 2. Acrescente-se a isso que o time foi desfavorecido em lances capitais pela <strong>arbitragem</strong> — e as reclamações do técnico Enderson Moreira e da diretoria esmeraldina são plenamente justificáveis, portanto — e podemos dizer que, apesar dos pesares, o time foi muito bem.</p>
<p>Por isso tudo, digo: <strong>o Goiás vai ser o campeão goiano de 2012</strong>. Esse seria apenas um palpite a mais em um espaço esmeraldino como é este Blog, mas não está aqui a opinião do torcedor, mas a de alguém que vê também e principalmente com a lógica.</p>
<p>Ora, se com a maratona de partidas decisivas o time saiu plenamente aprovado — classificou na Copa do Brasil, chegou à final do Goianão e manteve a vantagem para a finalíssima —, com uma semana inteira de descanso e elenco completo a <strong>tendência</strong> é de que a equipe jogue muito mais.</p>
<p>E se, sem jogar muito mais, a equipe equilibrou a partida de ontem, o que se pode esperar do próximo confronto? Pela <strong>lógica</strong>, nada além de uma vitória. Para quem precisa só do empate, isso é considerável.</p>
<p>É bom lembrar, porém, que essa é <strong>uma análise</strong> entre muitas outras que podem e vão ser feitas durante a semana. E também que futebol não é lógica, por isso é apaixonante. Afinal, quantas equipes já perderam títulos tendo amplo favoritismo?</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">ARAUJEANAS<br />
*****</span></strong> A Bola de Esmeralda da vez, em um jogo no qual a maioria dos alviverdes atuaram abaixo da média — o que reflete o desgaste —, vai para <strong>Thiago Mendes</strong>. Não complicou em momento algum, não sentiu o peso da decisão e vem mostrando maturidade crescente a cada jogo.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Muitos aqui devem, óbvio, se sentindo &#8220;roubados&#8221; pelo juiz. Não creio em má fé de <strong>Paulo César de Oliveira</strong>. Mas, que ele já &#8220;virou o fio&#8221; em termos de atuação como árbitro, isso fica claro.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Assisti o primeiro tempo a poucas cadeiras de alguém que deveria estar morrendo de vontade de fazer outra função que não a de torcedor naqueles 90 minutos: <strong>Ernando</strong>, que acompanhou o jogo atento, mas em seu estilo que mantém em campo — discreto e calado.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span>Peter</strong> mais uma vez &#8220;envolvido&#8221; diretamente em um gol do adversário. Se eu fosse treinador de alguma das equipes que enfrentam o Goiás, diria aos meus jogadores: &#8220;Ei, o mapa da mina é o lado direito deles.&#8221; Uma semana pela frente e Enderson Moreira precisa dar um jeito nisso ou teremos problemas.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Partida emocionante do começo ao fim. E um público que surpreendeu: mais de 18 mil, 50% a mais do que no clássico contra o Vila. Por quê? Porque não há o temor da violência. Ontem, fiquei nas cadeiras e assisti o segundo tempo inteiro do lado da torcida atleticana, para acompanhar o ataque do Goiás. Nenhum transtorno e muita <strong>civilidade</strong>. É assim que tem de ser.</p>
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		<title>Felipe redime seu nome</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há pouco menos de um ano e meio atrás, um Felipe caiu em trevas diante da torcida esmeraldina, ao perder o único pênalti desperdiçado na decisão mais importante da história do Goiás Esporte Clube.
Nesta quinta-feira, aos 40 minutos do segundo tempo, um outro Felipe, também atacante e que também vinha desacreditado, reabilitou-se diante da torcida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco menos de um ano e meio atrás, um Felipe caiu em <strong>trevas </strong>diante da torcida esmeraldina, ao perder o único pênalti desperdiçado na decisão mais importante da história do Goiás Esporte Clube.</p>
<p>Nesta quinta-feira, aos 40 minutos do segundo tempo, um outro Felipe, também atacante e que também vinha desacreditado, reabilitou-se diante da torcida. Um gol para se redimir e fazer o mesmo ao nome de batismo e à <strong>autoestima </strong>esmeraldina.</p>
<p>Foi um jogo como vários outros este ano, em que o Goiás <strong>complicou </strong>uma missão que seria mais suave. Antes de levar um gol relâmpago, aos 6 minutos, o time criou duas oportunidades de abrir o placar, a mais clara com Ramón.</p>
<p>O pênalti do segundo gol atleticano foi causado basicamente em jogada-replay do primeiro gol. <strong>Peter </strong>não consegue conter o avanço de Escudero (como no gol de Neto Berola) e puxa o adversário (como fez também no primeiro lance). Dois minutos depois de levar o amarelo, Peter não foi expulso porque o juiz não quis.</p>
<p>Resumido: sem querer crucificar, mas <strong>responsabilizando-o </strong>como deve ser, Peter complicou a vida do Goiás.</p>
<p>Ricardo Goulart não esteve em uma noite inspirada. Egídio com altos e baixos. Ramón tentando cabeçada atrás de cabeçada, sem sucesso. Iarley errando gols impossíveis e provando que realmente não tem dom para matador. E o jogo acabando e indo para os <strong>pênaltis</strong>. Haja coração, de novo, não.</p>
<p>Torneios como a <strong>Copa do Brasil </strong>tem essa coisa interessante: com o jogo 2 a 0, o Goiás podia correr mais riscos mesmo jogando fora de casa, já que levando um gol &#8220;só&#8221; precisaria fazer outro para recuperar a vantagem. Já o Atlético, dono do mando de campo, tinha de fazer um para garantir a vaga no tempo normal, mas tinha de ter cuidado dobrado para não sofrer.</p>
<p>Perto do fim do jogo, porém, um gol de qualquer lado seria praticamente mortal. Quando esse gol sai a cinco minutos do fim e o outro time precisa então de fazer dois, aí não há moral que resista. <strong>Felipe Amorim</strong>, que jogada!</p>
<p>E foi assim, controlando a partida no segundo tempo e superando o caldeirão recém-inaugurado, que o Verdão fez 6 a 0 em mata-matas contra o Galo. Aliás, já nem pode chamar mais isso de mata-mata. É <strong>mata-morre</strong>.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>ARAUJEANAS<br />
***** </strong></span><strong>Enderson Moreira </strong>deve ter sido chamado de burro e etc. quando tirou Iarley e Peter para pôr um zagueiro (Wallison) e um ala (Vítor) em campo. O resultado foi uma consistência bem maior, o que fez o Goiás ter mais poder ofensivo. É preciso que certos nomes da crônica esportiva entendam que nem sempre encher o time de atacantes é a melhor forma de ser eficiente para atacar.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>*****</strong></span> Bola de Esmeralda para <strong>Rafael Toloi</strong>. Sim, por vezes ele parece um &#8220;kicker&#8221; de futebol americano, mas que raça, que vontade, que técnica para vencer os atacantes nas disputas. Só um erro, na bola que sobrou livre para André fazer o terceiro do Galo. Depois, recuperou-se com sobras.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>***** </strong></span>Justiça seja feita, nosso novo amigo <strong>Mauro Cezar Pereira</strong>, comentarista e dublê de designer de moda, não afirmou em momento algum que o Atlético eliminaria o Goiás. Houve alguma distorça entre o que foi publicado neste Blog e o que falaram a ele no Twitter. Coisa de paixão de torcedor.</p>
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		<title>Ui, o Mauro Cezar me bloqueou!</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 04:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ui, o Mauro Cezar me bloqueou!
Antes informando, para quem não o conheça: Mauro Cezar Pereira é comentarista de futebol (e também de automobilismo) da ESPN Brasil. É também o reserva de luxo de José Trajano do &#8220;Linha de Passe&#8221;, uma das mais tradicionais e qualificadas mesas-redondas esportivas do País.
Foi na cadeira desse programa que, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ui, o Mauro Cezar me bloqueou!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Antes informando, para quem não o conheça: Mauro Cezar Pereira é comentarista de futebol (e também de automobilismo) da ESPN Brasil. É também o reserva de luxo de José Trajano do &#8220;Linha de Passe&#8221;, uma das mais tradicionais e qualificadas mesas-redondas esportivas do País.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Foi na cadeira desse programa que, na última segunda-feira, 30, ao falar sobre o confronto entre Atlético Mineiro e Goiás, pela Copa do Brasil, Mauro Cezar fez o que a maioria dos comentaristas fazem: analisam o time de maior tradição e pegam o que tiver de lugar comum sobre o time menos conhecido. No caso, óbvio, o clube goiano.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Citando as dificuldades que o placar de 2 a 0 no jogo de ida impunham ao Atlético Mineiro, ele frisou que era complicado para o Galo perder a vaga para um &#8220;time de Série B&#8221; e com &#8220;um uniforme horroroso&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não resisti a postar no Twitter um comentário sobre o comentário: &#8220;Entre os argumentos do @MauroCezarESPN para diminuir o Goiás, está o uniforme &#8220;horroroso&#8221; que homenageia a bandeira. Argumentação socrática.&#8221; Postei e fui dormir.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já tinha me esquecido quando esta noite fui conferir o Twitter e lá estava a resposta do Mauro (quanta honra&#8230;) ao meu pitaco: &#8220;Caro quem diminuiu o Goiás? Se achas belo o uniforme, ok. E acho bem feio. Posso?&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Claro que pode, Mauro. E o uniforme é mesmo de gosto discutível. Só que o que você discutia era se o Atlético passaria pelo Goiás. Uniforme não influencia nisso. E foi isso que respondi a ele, completando ao esmeraldino Riba, que acompanhava a conversa. &#8220;Hoje, a única coisa que Mauro Cezar e a maioria dos comentaristas de SP/RJ sabem do Goiás é que está na Série B. E o uniforme.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Mauro voltou à conversa, para acrescentar: &#8220;E, convenhamos, (isso) é mais relevante do que Harlei, Egídio, Toloi, Thiago Humberto, Iarley&#8230;&#8221; E para completar: &#8220;Antes do block, tu és chato demais, vou lhe ensinar algo: aquilo foi apenas um detalhe destacado, não o foco principal&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Obrigado pela lição, Mauro. Mas não precisava &#8220;ensinar&#8221; o beabá do eixocentrismo: claro que o Goiás era &#8220;apenas um detalhe destacado&#8221; e &#8220;não o foco principal&#8221; (Atlético Mineiro).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Aproveitando a abertura didática que você concedeu retribuo-lhe, de colega para colega, algo que talvez você possa aprender (e apreender) para falar menos abobrinha da próxima vez que for comentar sobre o Goiás</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">é um time com valores individuais limitados (claro que não a ponto de serem menosprezados, como você quis fazer ao citar os nomes dos jogadores), mas com um dos melhores conjuntos do futebol brasileiro atual;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">vem superando certas falhas defensivas, principalmente depois do retorno do volante Amaral, que está em uma ótima temporada e é um dos artilheiros da equipe;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">não leva gols a três jogos;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">tenta valorizar a posse de bola e não tem ninguém fixo no ataque;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">comete pouquíssimas faltas e não teve nenhum jogador expulso este ano.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Espero ter ajudado, caro Mauro. Quanto ao block&#8230; tem problema, não, quando eu quiser te ler, é só dar um &#8220;logout&#8221; e digitar &#8220;www.twitter.com/MauroCezarESPN.</div>
<p>Antes informando, para quem não o conheça: <strong>Mauro Cezar Pereira </strong>é um comentarista de futebol (e também de automobilismo) da ESPN Brasil. É também o reserva de luxo, com todos os méritos, de José Trajano do &#8220;Linha de Passe&#8221;, uma das mais tradicionais e qualificadas mesas-redondas esportivas do País.</p>
<p>Foi da cadeira desse programa que, na última segunda-feira, 30, ao falar rapidamente sobre o confronto entre Atlético Mineiro e Goiás, pela Copa do Brasil, que Mauro Cezar fez o que a maioria dos comentaristas fazem: buscam analisar<strong> </strong>o time de maior tradição e pegam o que tiver de lugar comum sobre o time menos conhecido. No caso, óbvio, o <strong>clube goiano</strong>.</p>
<p>Citando as dificuldades que o placar de 2 a 0 no jogo de ida impunham à equipe de Minas, ele frisou que seria complicado para o Galo perder a vaga para um &#8220;time de Série B&#8221; e com <strong>&#8220;um uniforme horroroso&#8221;</strong>.</p>
<p>Não resisti a postar no <strong>Twitter </strong>um comentário sobre o comentário: &#8220;Entre os argumentos do @MauroCezarESPN para diminuir o Goiás, está o uniforme &#8216;horroroso&#8217; que homenageia a bandeira. Argumentação socrática.&#8221; Postei e fui dormir.</p>
<p>Já tinha me esquecido do fato quando esta noite fui conferir o Twitter e lá estava a <strong>resposta </strong>do Mauro (quanta honra, não?) ao meu pitaco: &#8220;Caro, quem diminuiu o Goiás? Se achas belo o uniforme, ok. E acho bem feio. Posso?&#8221;</p>
<p>Claro que pode, estressado Mauro. E o uniforme é mesmo de gosto discutível (aqui mesmo no Blog, a gente discutiu e polemizou). Só que o que você discutia, se se lembra, era se o Atlético passaria pelo Goiás. Uniforme não influencia nisso. E foi isso que respondi a ele, complementando depois ao tuiteiro esmeraldino <strong>Riba</strong>, que acompanhava a conversa: &#8220;Hoje, a única coisa que Mauro Cezar e a maioria dos comentaristas de SP/RJ sabem do Goiás é que está na Série B. E o uniforme.&#8221; Creio que não menti nem inventei nada.</p>
<p>Foi quando o Mauro voltou à conversa, para acrescentar: &#8220;E, convenhamos, (saber isso do Goiás) é mais relevante do que Harlei, Egídio, Toloi, Thiago Humberto, Iarley&#8230;&#8221; E, para completar: &#8220;Antes do <strong>block*</strong>, tu és chato demais, vou lhe ensinar algo: aquilo foi apenas um detalhe destacado, não o foco principal&#8221;.</p>
<p>Obrigado pela lição, Mauro. Mas não precisava ser tão radical, hein? Nem precisava &#8220;ensinar&#8221; o beabá do <strong>eixocentrismo</strong>: a gente já sabe que, em relação ao foco principal (no caso, o Atlético Mineiro), o Goiás será sempre &#8220;apenas um detalhe destacado&#8221;.</p>
<p>Aproveitando a abertura à <strong>didática</strong> que você concedeu, retribuo-lhe, de colega para colega, algo que talvez possa colaborar contigo (não me atrevo a dizer &#8220;algo que você talvez possa aprender&#8221;) para falar menos abobrinha da próxima vez que for comentar sobre o Goiás:</p>
<ul>
<li>é um time com valores individuais limitados (claro que não a ponto de serem menosprezados, como você quis fazer ao citar os &#8220;irrelevantes&#8221; jogadores), mas com um dos melhores conjuntos do futebol brasileiro atual;</li>
<li>vem superando certas falhas defensivas, principalmente depois do retorno do volante Amaral, que está em uma ótima temporada e, pasmem nós todos, é um dos artilheiros da equipe;</li>
<li>não leva gols a três jogos;</li>
<li>tenta valorizar a posse de bola e não tem ninguém fixo no ataque;</li>
<li>comete pouquíssimas faltas e não teve nenhum jogador expulso este ano;</li>
<li>tudo isso sob a batuta de Enderson Moreira, que está no clube há sete meses e tem feito um trabalho excelente.</li>
</ul>
<p>Espero ter ajudado, caro Mauro. Mas e o &#8220;block&#8221;, com a justificativa de que o interlocutor &#8220;é chato demais&#8221;, quando este apenas lhe faz uma crítica irônica? Ui&#8230; não combina muito com a dialética das ideias, próprias da comunicação e especificamente da análise esportiva, meio em qual atua você &#8211; aliás, um profissional que usa e abusa da ironia, como na feliz expressão <strong>&#8220;pênalti à brasileira&#8221;</strong>, que você cunhou.</p>
<p>Ironia e Twitter andam juntos, como você sabe (e usa). Então, é preciso separar isso de insultos e ofensas em geral para não correr o risco de ser o <strong>menino chorão </strong>do jogo. Afinal, como diz o neoditado, se não sabe &#8220;brincar&#8221;, é melhor não descer para o playground.</p>
<p>Ui, fui bloqueado? Então quando eu quiser ler você, é só dar um <strong>&#8220;logout&#8221; </strong>e digitar <a href="http://www.twitter.com/maurocezarespn" target="_blank">www.twitter.com/MauroCezarESPN</a>. Apesar da sua alta intolerância e do menosprezo ao que não é &#8220;grande&#8221; (ou seja, o que seja do eixo Rio/SP/MG/RJ), é tarefa da minha profissão acompanhar quem faz jornalismo esportivo. E você, querendo eu ou não, é uma das referências nacionais.<br />
________________________________________________________<br />
<span style="font-style: italic;">* Gíria para o ato de fechar o acesso ao próprio Twitter para outra pessoa, no caso o &#8220;bloqueado&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>ARAUJEANAS</strong><br />
<strong> ***** </strong></span>O atacante <strong>Richely </strong>é o típico reforço da era Enderson Moreira. E, se é assim, não há por que criticar, já que o índice de acerto nas últimas contratações está acima de 60%.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">*****</span></strong> O fato de jogar em um estádio novo como o <strong>Independência</strong>, mesmo que em Belo Horizonte, pode não prejudicar tanto o Goiás. É que as referências (gramado, campo visual etc.) serão novas para ambos os lados. O fator &#8220;jogar em casa&#8221;, a favor do Galo, vai ficar apenas no aspecto psicológico.</p>
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		<title>O que faz a mão de um treinador</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 06:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Goiás não é Ricardo Goulart. O Goiás não é Egídio. O Goiás não é Toloi. O Goiás, hoje, é Enderson Moreira. E Enderson Moreira é o Goiás dos anos 80, aquele em que brilhava a técnica de Zé Teodoro (Egídio?), Gilson Jáder (Toloi?), Carlos Alberto (Ramón?), Luvanor (Ricardo Goulart?) e Cacau (Felipe Amorim?).
Não, Goulart [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Goiás não é Ricardo Goulart. O Goiás não é Egídio. O Goiás não é Toloi. O Goiás, hoje, é <strong>Enderson Moreira</strong>. E Enderson Moreira é o Goiás dos anos 80, aquele em que brilhava a técnica de Zé Teodoro (Egídio?), Gilson Jáder (Toloi?), Carlos Alberto (Ramón?), Luvanor (Ricardo Goulart?) e Cacau (Felipe Amorim?).</p>
<p>Não, Goulart nem passa perto de ser Luvanor, não são <strong>comparáveis </strong>nem no estilo e o segundo já tem seu nome na história do Verdão. Ricardo está começando a fazer, assim como seus companheiros de elenco.</p>
<p>Mas o conjunto da obra me faz lembrar aquele time da minha infância, que encarou o Flamengo de Zico, o Corinthians de Sócrates e o Santos de Paulo Isidoro. Só que com um <strong>diferencial</strong>: o time tem menos estrelas e mais treinador.</p>
<p>Enderson acabou com o <strong>heliodeanjismo </strong>que imperou por mais de década, com alguma interrupção apenas com Cuca e outros flashes. Aquela coisa de priorizar volantes e a tal &#8220;pegada&#8221; é passado na história. Retomamos a técnica refinada, a velocidade objetiva e o toque de bola valorizando sua posse. Esse é o Goiás de hoje e isso é o melhor que poderia acontecer.</p>
<p><strong>Priorizar &#8220;jogar bola&#8221;</strong> é o que faz, por exemplo, o Barcelona. Quantas faltas faz um Barça por jogo? Quantos amarelos a cada 90 minutos? Antes que os mais apressados falem besteira (se é que darão o trabalho de ler até aqui), não há comparação de nível, mas de estilo de jogo: o Goiás tenta jogar como o Barcelona, embora não jogue, obviamente, no nível do Barcelona. Explicado? Assim espero.</p>
<p>Contem as faltas que o Goiás fazia durante um jogo na era Hélio dos Anjos. Ou na era Geninho. Faça o mesmo agora. Isso nada mais é do que a <strong>mão do treinador</strong>. E um treinador que muda isso em poucos meses, ajeitando as peças que tem e encaixando outras de forma perfeita para completar seu plano de trabalho, merece ser exaltado. É o que eu faço agora, humildemente.</p>
<p>Ontem, Enderson foi também ajudado pelo destino. Quando Thiago Humberto machucou (a ajuda foi essa), ele resolveu colocar Felipe Amorim e deu nova dinâmica para a equipe. Poderia ter colocado David ou Marcos Paulo, mas arriscou avançar. É assim que precisava ser (porque o Goiás precisava vencer), ao contrário, por exemplo do jogo contra o Galo, quando fechou mais o meio-de-campo para não levar gol. Alterou a equipe nesse sentido e mandou bem também.</p>
<p>Assim como não tive nenhum medo de alguma surpresa com o Vila Nova nesta semifinal, não temo nenhum revés contra o Atlético Mineiro e não acredito que o time vá perder o título goiano para o outro Atlético. Até poderia ter algum receio com o sistema defensivo que terminou a primeira fase do Goianão e a disputa com o América Mineiro na Copa do Brasil, mas muita coisa muito, especialmente com a entrada de Amaral, que vem jogando muita bola.</p>
<p>O elenco do Goiás foi escolhido a dedo, pela mão de Enderson. E essa mão tem feito a diferença e vai continuar fazendo na final do Goianão, na Copa do Brasil e na Série B do Brasileiro.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">ARAUJEANAS<br />
***** </span></strong>A Bola de Esmeralda poderia ser de Amaral, pelo gol que fez e pelo que jogou também. Mas, outra vez, lá vem <strong>Ricardo Goulart</strong>, que faz um belo de um gol e dá a assistência exatamente para o mesmo Amaral fazer o segundo. Fica com ele, de novo, então.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Um fiasco o público de 12 mil pagantes para um Goiás x Vila de semifinal. É preciso repensar tudo.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">*****</span> </strong>A vantagem dos dois empates só reforça o favoritismo natural que o Goiás teria. O Atlético, se quiser ser campeão goiano, vai precisar jogar muito mais do que fez até agora. Nem o 8 a 0 sobre o Crac serve de referência.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O terreiro é do Periquito</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 12:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se ainda havia dúvidas sobre o potencial desse Goiás de 2012, elas foram totalmente  demolidas no jogo desta quarta-feira. O placar de 2 a 0, com direito a dois erros gravíssimos da arbitragem contra o Verdão, mostrou que no Serra Dourada, quem canta de galo é o Periquito.
E olha que não foi uma das apresentações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se ainda havia dúvidas sobre o potencial desse Goiás de 2012, elas foram totalmente  demolidas no jogo desta quarta-feira. O placar de 2 a 0, com direito a dois erros gravíssimos da arbitragem contra o Verdão, mostrou que no Serra Dourada, quem canta de galo é o <strong>Periquito</strong>.</p>
<p>E olha que não foi uma das apresentações mais brilhantes da equipe. Individualmente falando, não houve nenhum destaque ofensivo. Na parte defensiva, <strong>Harlei</strong>, Rafael Toloi e Amaral foram muito bem. Nosso goleiro quarentão salvou um gol em dois tempos e em duas funções: na defesa parcial, como o velho Muralha que a torcida conheceu em 1999, e no rebote, o qual ele mesmo, como zagueiro-zagueiro, mandou a bola para a linha de fundo. Ninguém pode dizer que lhe faltaram reflexos.</p>
<p><strong>Toloi </strong>fez o gol depois da cobrança de falta de Egídio no travessão e foi esse &#8220;zagueiro-zagueiro&#8221; o restante da partida. Bola pro mato que o jogo é de campeonato e um gol vale um gol e meio, lição que precisa ser apreendida também por <strong>Valmir Lucas</strong>, que, no entanto, não comprometeu. Já <strong>Amaral </strong>foi decisivo na marcação e na cobertura, especialmente de <strong>Peter</strong>, o qual protagonizou algumas boas subidas ao ataque.</p>
<p>Do meio para a frente, a equipe jogou coletivamente, sem nenhum destaque maior. Uma vez mais <strong>Ricardo Goulart</strong> merece um elogio à parte, pela raça: não há bola perdida para o garoto, que vai se firmando como o grande nome do time, um pouco à frente já de <strong>Egídio</strong>, que ontem foi apenas discreto.</p>
<p><strong>Ramón </strong>e <strong>Thiago Humberto</strong> vêm mostrando sintonia no meio-de-campo. Ambos são jogadores muito inteligentes, cada um em sua característica. Aliás, é isso o que <strong>Enderson Moreira</strong> formou e colocou em campo: mais do que habilidoso, o Goiás é hoje um time esperto, perspicaz, inteligente mesmo.</p>
<p>Nesse sentido, o grande nome deveria ser <strong>Iarley</strong>. Mas ele, como Thiago Mendes, ontem abusaram de perder bolas e dar passes errados ou &#8220;na fogueira&#8221;. Há muito venho falando que Iarley, especificamente, apesar de fazer bem a &#8220;parede&#8221; de pivô e escorar algumas boas bolas, precisa render mais para o time. O garoto <strong>Thiago Mendes</strong>, de volta ao time titular, errou passes em demasia. Não gostei de sua atuação.</p>
<p>Entraram e não fizeram feio <strong>Felipe Amorim</strong> — que vai ser o substituto natural de Iarley até ganhar ritmo novamente — e a partir daí, creio, vão disputar a posição —, <strong>Marcos Paulo</strong> — para mim, ainda mais jogador que Thiago Mendes — e <strong>Vítor</strong>, a quem o treinador está tentando dar espaço como uma espécie de &#8220;ala-meia&#8221;, ao velho estilo Paulo Baier. Vamos ver se vai dar alguma coisa, porque como ala-ala Vítor não joga faz tempo.</p>
<p>E o <strong>Atlético Mineiro</strong>? Antes do jogo, o time estava invicto no ano e era tido, pela própria imprensa goiana, como o favorito à vaga ao fim dos dois jogos. Após o jogo, saiu de campo totalmente dominado — especialmente no segundo tempo — e deve dar graças ao trio de Sergipe, que falhou &#8220;só&#8221; duas vezes: em um pênalti escandaloso não marcado e em um impedimento ultraescandaloso, este sim confirmado.</p>
<p>Um placar de 2 a 0 significa que o Maior do Centro-Oeste só perderá a vaga direto se for <strong>goleado</strong>. E, pelo que vimos ontem, não será fácil o Galo fazer um placar elástico. E quer saber o melhor de tudo? O Goiás pode jogar bem mais do que jogou ontem.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">ARAUJEANAS</span></strong><br />
<strong><span style="color: #008000;">*****</span></strong> Minha Bola de Esmeralda vai para <strong>Harlei</strong>, que, em um momento-chave do jogo, fez uma defesa como nos velhos tempos e ficou com o rebote. Genial!</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">***** </span></strong>Com TV transmitindo e com o jogo terminando quase à meia-noite, um público de <strong>mais de 13 mil presentes</strong> não foi mal, embora eu acreditasse que pudéssemos chegar à casa dos 15 mil. Valeu a festa.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>*****</strong></span> Um comentário interessante que catei após o jogo foi o de que Enderson Moreira tem a chance de usar <strong>esquemas parecidos</strong> nos jogos de domingo (2ª partida da semifinal com o Vila Nova) e quinta-feira (jogo de volta com o Atlético-MG), por jogar podendo perder até por um gol. A diferença, porém, é que não ganhar domingo significará perder a vantagem dos dois empates na decisão contra o Atlético Goianiense (sim, já considero o Crac totalmente fora).</p>
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